O Beto Carrero de Penha/SC não perde para a Euro Disney!
Eu e minha esposa visitamos pela
primeira vez o parque Beto Carreiro World
participando de uma excursão organizada por um colega meu de faculdade. O
ônibus nos levou até o hotel em Balneário Camboriú, no dia seguinte fomos ao
parque e no outro dia retornamos ao Rio Grande do Sul. O personagem que dá nome
ao parque ainda era vivo e nos brindou com sua presença na ocasião.
Desta vez fomos de carro levando a Isis já
com 5 anos. Para diminuir os longos e
chatos trechos rodoviários fomos primeiro ao litoral, passamos a noite e
partimos para Penha/SC. Tivemos algumas paradas para atender aos enjoos da nossa pequena passageira e
para limpar o carro por não ter parado antes.
Fomos fora do período de férias escolares
o que possibilitou aproveitar o parque com poucas filas. O ponto alto foi
quando ela participou do show África
Selvagem, onde é solicitada que crianças pequenas venham até o picadeiro,
tudo é muito engraçado, não vou contar para não estragar a surpresa, quem tiver
filhos com esta idade precisa ir ver e, se possível, incentivar a participação
dos filhos.
Nos hospedamos no Hotel do Beto Carreiro, o Vila Olaria, na verdade este hotel fica
atrás da entrada do parque e não ofereceu nenhum benefício que valesse a pena.
Novamente questão de expectativa. O ponto negativo é a cidade de Penha, que não
tem nada, tivemos que ir para Itajaí para encontrar um shopping e passar o
tempo destas férias de 3 dias.
Voltamos no ano seguinte, desta vez voando
com a Azul que recebeu da nossa
família o título de Melhor opção para criança. Monitor individual com desenhos
animados, refrigerante, suco e salgadinhos montam um cenário perfeito para uma
viagem tranquila. Compramos um pacote da Azul
Viagens que contemplava os voos, a hospedagem e os transfers.
Fomos na mesma época do ano, um pouco
depois do reinicio do ano letivo, pegamos mais filas desta vez, nada que
comprometesse o passeio. Estivemos em um dia especial no qual o parque fechou
mais tarde, pois havia um show especial em homenagem ao recém falecido Michael Jackson, muito bem elaborado e
executado.
Nos demais dias do pacote aproveitamos a
cidade de Balneário Camboriú, cidade litorânea, também aluguei um carro e
passamos um dia em Blumenau cidade de tradição alemã e sede da Oktoberfest no Brasil. Passamos uma
semana tempo mais que suficiente para aproveitar e desfrutar da região.
O procedimento de compra de
passagem foi um pouco diferente em Rimini. O bilhete é vendido com prazo de
validade, ou seja, você compra a passagem e usa quando precisar, dentro da
validade. No nosso caso compramos e antes de entrar no trem registramos a viagem
em uma máquina.
Além disso não haviam lugares marcados.
Vai da sorte do cidadão. Como estava vazio, não tivemos problemas.
Viajamos em um trem de dois andares e sentados
no segundo andar (lógico, a Isis não admitiria outra possiblidade), em Bologna
precisaremos trocar de trem e daí vamos direto a Veneza, nosso hotel é para
ficar a 700 metros da estação "mestre".
Serão 2 dias em Veneza para depois
pegarmos um navio que nos levará para a Croácia e a Grécia (como será a Internet
deste navio???) e nos trará de volta. São 14:46, dentro no segundo trem a
caminho de Veneza, conheci o banheiro... esquisito mas melhor do que os de
avião.
O trem anterior era bem mais legal que
esse, o pobrezinho só tem um andar.
Está bem quente hoje em Veneza, digo em
Mestre. Pegamos um taxi para ir da estação ao hotel, foi uma sábia decisão. Os
700 metros italianos são muito maiores do que no Brasil. Acho que o hotel fica,
na verdade, a uns dois quilômetros de distância.
Nos instalamos no Hotel Centrale (www.hotelcentralevenice.com) é um 3 estrelas de 53,34
euros a diária. O quarto é pequeno e sem o charme de San
Marino.
Na recepção consegui as informações de
como chegar em Veneza, ao lado do hotel tem uma lotérica que vende o cartão
magnético do ônibus, do outro lado da rua está a parada.
Pega-se o ônibus, passa o cartão magnético
para descarregar os créditos correspondente a viagem, não há
cobrador.
Depois de uma viagem rápida, de uns 15
minutos, desembarcamos em Veneza, na Piazza Roma. Logo ao lado já avistamos
os canais, gôndolas, jardins e uma pracinha.
Nos embrenhamos pelos caminhos estreitos e
confusos da cidade que é formada por
ilhotas. As tradicionais máscaras de
carnaval estão por todos os lados.
A cidade é um
labirinto!
As aventuras deste primeiro dia estão em:
Como é habitual no hotel pegamos um mapa
turístico, só que em Veneza há uma grande dificuldade em nos localizar. Como
tudo é estreito raramente se tem a visão de pontos de referência, também não
existem muitas placas ou qualquer tipo de sinalização.
Nosso momento de conquista neste primeiro
dia foi chegar até a igreja de Santa
Maria Campo dei Frari, uma das maiores de Veneza. Quase no fim da tarde
conseguimos conhecer um dos pontos que constavam no nosso mapa, o que facilitará
nossa movimentação nos dias seguintes.
Primeiro dia com sol aberto, fizemos boas
fotos. A dica aqui é meio óbvia, Mestre não é Veneza, são cidades vizinhas. A
vantagem de ficar aqui é que o taxi te entrega, com as malas, na frente do
hotel, em Veneza não há esta possibilidade física, com rara
excessões.
Chegamos às
20:35 de volta ao hotel depois da primeira volta exploratória. A Internet aqui é
paga (0,10 euros/minuto), no caminho de volta vi duas LanHouses nas redondezas que vou
usar.
Jantamos no restaurante que fica bem
próximo ao hotel. Tivemos que sair com agasalhos, nada muito pesado, mas a
temperatura baixou bastante.
No dia seguinte conhecemos o café da manhã
do hotel, bem bom só um pouco confuso, tinha muita gente no horário que
descemos.
Recarreguei os cartões magnéticos, pegamos
o ônibus e fomos para Veneza. Fomos direto para a pracinha que vimos no primeiro
dia e onde não ficamos muito tempo.
A pracinha é toda cercada e o piso é de um
material macio, para prevenir acidentes com os pequenos.
Em cada um dos lados há uma flor com um cano ligando uma na outra,
com isso uma criança grita de um lado e é escutada no outro. A Isis
adorou.
Cumprida a missão pracinha, seguimos nosso
passeio pela cidade, já mais desenvoltos.
Avistamos um enorme relógio, ao nos
aproximar vimos que se tratava da Igreja San Giacomo Apostolo, construída no
século XII, segundo a placa que está afixada nela.
Com mais um pouco de caminhada chegamos a
Piazza San Marco, centro das
principais atrações de Veneza. O lugar é incrível, é praticamente o único lugar
grande e aberto em Veneza, contrastando com as ruas estreitas do labirinto.
A foto acima mostra a Basílica de San
Marco. Ao lado direito fica o palácio do Doge (Palazzo
Ducale), a ponte dos suspiros e a torre do campanário. A esquerda tem a torre do
relógio e uma praça com estátuas de leõeszinhos, onde a Isis brincou um
pouco, a frente fica o museu arqueológico e o canal com os
barcos.
Paramos em uma fila para visitar a
Basílica, não é preciso comprar ingresso. Assistimos, na fila, o bater do sino
da torre do relógio.
Como privatizaram a ponte dos suspiros as
fotos não ficaram legais... explicando:
A história que contam é que os condenados a morte passavam por esta ponte
entre a prisão e o local da execução, daí davam um longo suspiro. Uma empresa
comprou o direito de colocar suas propagandas, aparentemente, por toda a ponte e
adjacências, ficou muito feio.
Vimos a ponte por fora e por dentro,
entrando no Palácio do Doge chega-se a uma pequena janela que há na ponte.
Investimos 30 euros em bilhetes 4x1 para família, chamado Musei Di Piazza San Marco que concede
acesso ao Palazzo Ducale (nosso
objetivo), Museo Correr, Museo Archeologico e a Monumental Biblioteca Marciana.
Na
bilheteria tem que investir um tempo estudando qual a melhor opção, só vamos
entrar no Palácio do Doge, mas o bilhete 4x1 era o mais barato no nosso caso.
Com mais tempo é possível se aproveitar melhor este bilhete familiar, ele vale
por 3 meses, ou seja, ficando vários dias na cidade seria viável ver e rever
todas as atrações. Fica a dica!
Dentro do palácio existem várias salas
decoradas, exposição de armamentos e itens variados. De curioso vimos, em uma
parede, uma cabeça de mármore cuja boca servia para entregar cartas anônimas com
denúncias para os governantes. Conta-se que era algo parecido com a inquisição,
que os denunciados eram perseguidos pelos poderosos.
Lembrando que o Doge era a figura política
mais importante de Veneza, durante mais de uma centena de anos. Este vídeo
mostra a pracinha, a praça de San Marco e o Palácio do Doge:http://youtu.be/Im7Dpfejqk4
Vencido mais este objetivo saímos para
caminhar pela cidade. Vi na vitrine de uma loja uma caixa com balinhas feitas de
cristal Murano (não fomos até a ilha de Murano, fica para uma próxima visita).
Achei que seria uma bela lembrança de viagem considerando que a Isis ganhou
muita bala e de muitas pessoas na sua vidinha infantil. Outro aspecto positivo
era o pequeno tamanho e peso, ainda teríamos que carregar tudo que eventualmente
comprássemos por mais 45 dias.
Dei a missão para a minha esposa, ela e a
Isis entraram na loja. Eu entrei na casa de câmbio que ficava em frente à loja.
Não havia feito câmbio e queria ter a experiência para comparar os custos das
transações.
No meu caso foi péssimo negócio.
A melhor opção é sacar euros da conta
corrente brasileira usando cartão de débito, em segundo lugar usar o cartão de
crédito e em último lugar trocar moeda em casa de câmbio. Além do spread eles cobram uma taxa fixa pela
transação, só iria compensar se o volume fosse grande.
Minha esposa teve mais sorte e conseguiu
comprar as balinhas. Aproveitou e comprou mais umas
coisinhas...
Nada mais de relevante aconteceu neste
dia, voltamos ao hotel para começar a fechar as malas e embalar bem os frágeis
itens adquiridos em Veneza para que consigam nos acompanhar até ao retorno ao
Brasil.
No outro dia, depois do café da manhã, eu
e a Isis fomos passear pelas redondezas do hotel. Minha esposa voltou ao quarto
para enfrentar as malas.
Em frente ao hotel há uma praça em
homenagem ao doador de sangue, fora o nome não tem nada de interessante.
Caminhando um pouco mais achamos um belo calçadão, bem movimentado era uma bela
e ensolarada manhã, com alguns vendedores ambulantes (a Isis gostou de um que
vendia marionetes).
Nosso passeio durou pouco menos de uma
hora e voltamos ao hotel.
Desembarcamos na estação de trem de
Nápoles, cidade mais ao sul da Itália que iremos visitar. Não temos nenhum
objetivo pré-definido em Nápoles, dormiremos 3 noites na cidade e vamos dedicar
um dia para visitar o vulcão Vesúvio e a mítica cidade de Pompéia.
Estava estudando como iríamos ao hotel
quando fui abordado por um italiano, o bizarro diálogo foi o seguinte: Taxi? Taxi! Taxi? Taxi! Com isso estabelecemos que ele estava oferecendo
o serviço e eu interessado. Nisto ele puxa uma calculadora e me mostra o valor
em euros que pretendia cobrar: 30. Sabendo da tradição da negociação ofereci 25
e ele aceitou.
Começa a aventura.
Com o valor estabelecido ele pega uma das
malas e começa a correr pela estação e nós, com a Isis, duas malas grandes e
três pequenas, correndo atrás dele. Saímos da estação e continuamos a correr
para alcançar nosso, até então, maluco taxista.
Não tardou para entendermos o caso, ele
NÃO É um taxista, ao avistarmos o carro dele tudo ficou claro, pense em uma belina da década de 80, era algo mais ou
menos assim.
Seguimos para o hotel Decumani, não foi uma viagem longa. Desci, paguei a corrida e
reparei que o endereço era diferente do que estava no voucher e fui conversar com o porteiro. Entendi que estávamos no
lugar errado.
Nosso motorista
já estava saindo com o seu possante veículo quando consegui faze-lo parar.
Tentei explicar que os endereços não eram os mesmos e fui salvo pelo porteiro.
Eles que são italianos que se entendam! O pouco que entendi é que existem dois Decumanis e que o nosso não ficava muito
longe.
Voltamos ao carro, acomodamos novamente as
malas para o destino final, torcendo para que desta vez tudo desse certo.
Não deu. Estávamos no endereço certo, mas
o local em nada lembrava um hotel, era um prédio cinza e feio, com cara de
garagem de centro de cidade. Nada nem parecido com o que vimos no site www.deidecumani.it antes de confirmar
nossa reserva.
A entrada no térreo é uma grande porta de
garagem, ao fundo um elevador (que deve ser do tempo do Leonardo da Vinci) que um
dia aceitou moedas para liberar seu uso. O prédio não era alto, devia ter uns 3
ou 4 andares.
Recuperados do susto e depois de
investigar várias possibilidades, percebemos uma indicação no elevador misterioso dizendo Decumani. Minha corajosa esposa se
dispôs a subir, o espaço disponível não seria suficiente para nós três e as
bagagens.
Ela voltou contando que, no andar
indicado, há uma porta também misteriosa
indicando Decumani, que havia batido
e que aparentemente não havia ninguém. Esta porta ficava saindo do elevador, no
corredor à direita. No lado esquerdo parecia haver um apartamento particular,
tudo muito estranho.
Na
segunda tentativa, (estávamos juntos e com toda a bagagem) fomos atendidos. A
recepcionista não falava inglês, entreguei o voucher e ela nos mostrou o nosso quarto, que ficava na porta atrás
da mesinha da recepção.
Tudo muito estranho!
A primeira visão ao abrir a porta era um
combinado 4x1 com fogão, refrigerador, pia e armário. À direita tínhamos um
pequeno quarto e a esquerda o banheiro, grande se comparado ao quarto.
A recepcionista nos explicou os
procedimentos, o café da manhã é entregue no quarto, depois de algum esforço
conseguimos fazer a TV e a Internet funcionar. A diária aqui foi de 65,40
euros, nossa primeira experiência no padrão Bed
& Breakfest muito embora no Brasil tivéssemos a informação que seria um
hotel três estrelas.
Instalados (apertados, nem desfizemos as malas) e recuperados do choque
partimos para explorar a cidade.
Localizamos o local de parada dos ônibus
do city tour. Aqui com uma passagem podemos
passear por três linhas, são 81 paradas possíveis no total. Para aproveitar bem
tem que prestar bastante atenção nos horários de chegada, partida e
encerramento de cada uma das linhas, ou percorso.
Nas quadras próximas ao nosso hotel
(hotel?) existem diversas igrejas, mercadinhos, um Carrefour City (parece um mercadinho) onde fizemos as compras para
a nossa janta no apartamento (apertamento?). Achei sopas em lata: feijão e minestrone, foi uma boa aposta pois eram
bem gostosas. Para não ter erro comprei pães, queijo, tomate cereja, algo
parecido com peito de peru, ovos, mel, chás, vinho, refrigerante e
achocolatado.
Em Nápoles os carros seguem o mesmo padrão
Romano, (sujos e/ou batidos), o diferencial é que aqui você pode estacionar em
qualquer lugar. Vi em algumas oportunidades carros estacionados nas esquinas,
de lado e sobre a calçada, também vi um Jaguar novíssimo com um dos lados todo arrebentado. A cidade também é suja e mal cuidada.
Roma, 13/3/13: O Novo Papa é ARGENTINO!!! Francisco I Sai Chico Bento, entra Chico. Acordamos no domingo com a missão de ver o Papa Bento XVI. Todos os domingos ao meio-dia o Papa faz um discurso, dá uma benção, chamada Angelus, o seuúltimo foi em 24/02/2013. Dura uma meia hora e ele não anda no meio do povo (ele fala da janela do seu quarto somente).
No ônibus do hotel rumo ao metrô conhecemos uma brasileira casada com um americano, ela trabalha (ou trabalhava) com venda de commodities, tipo arroz e soja, outra característica marcante era sua incapacidade de formar duas frases completas sem usar um palavrão. Na presença da Isis ficamos bastante constrangidos.
O metrô nos deixou bem perto do Vaticano, que o menor estado independente do mundo, tem algo como meio km quadrado. Na chegada já vimos a guarda suíça e fizemos uma bela foto, mesmo sem a simpatia dos modelos.
WIKI: "Guarda Suíça Pontifícia é o nome dado ao corpo de guarda responsável desde 22 de janeiro de 1506 pela segurança do Papa. O curioso uniforme da Guarda Suíça é um espetáculo à parte.
Com sua malha de cetim nas cores azul-real, amarelo-ouro e vermelho-sangue, causa estranheza que um soldado esteja trajado com roupas tão coloridas. O design do traje é atribuído a Michelangelo.”
Durante a sede vacante, período em que o Vaticano está sem um Papa e é governado pelo Cardeal Camerlengo, a Guarda Suíça deveria ser dispensada.
Chegamos a Praça São Pedro onde encontramos um bom grupo de pessoas reunidas e uma fila. Como bom brasileiro parei na fila, que levava até a Basílica de São Pedro. Na chegada perguntei ao guarda não suíço (estava todo de preto) se ele falava inglês, a resposta foi: “Yes, Grêmio!” (eu estava com a camisa do grêmio), ainda incrédulo com o diálogo fiquei sabendo que estávamos no lugar errado, a janela onde o Papa dará sua benção não tem nenhuma relação com a fila.
Fomos para o local correto aguardar Bento XVII, o cardeal Ratzinger será conhecido futuramente como o Papa que renunciou.
Fomos visitar a Basílica de São Pedro: http://youtu.be/Zb15bAkIKEQvoltando para a fila que já havíamos enfrentado antes. O lugar é imenso e ricamente decorado e adornado, dentro vimos a Pietá, escultura de Michelangelo, na verdade fomos ver um agrupamento estranho de pessoas e o motivo era a Pietá, não estávamos procurando por ela.
Visitamos o túmulo do Papa João Paulo II (que foi beatificado meses depois, naquele mesmo ano), era proibido fotografar. Foi uma visita muito emocionante, pois ele é, para os adultos com mais de 30, o nosso querido Papa Gaúcho.
Dentro da Basílica passamos por vários corredores com túmulos de diversos Papas, esculturas, vitrais, turíbulos, cruzes, quadros e todo tipo de arte sacra. Andamos lentamente e em silêncio o tempo todo. Passamos algumas horas aqui. O ponto alto é passar alguns minutos na Capela Sistina onde estão às pinturas de Michelangelo dos anjinhos e do encontro entre Deus e o homem.
O que ocorreu de inusitado aqui é que minha esposa não viu nenhuma destas pinturas ao passar pela Capela Sistina. Ela sequer percebeu que isto havia acontecido.
Explico: Existe um caminho longo e um caminho curto. Em uma visita sem pressa, como a nossa, pega-se o caminho longo que passa por várias salas até chegar na Capela Sistina. De vez em quando surge uma placa indicativa que cria a falsa impressão que a próxima é a certa, isso se repetiu algumas vezes.
Desfeita a confusão, tomamos o caminho curto e voltamos à Capela Sistina, que também é o local onde se realiza a votação de um novo Papa.
Como é domingo, os museus do Vaticano estão fechados. Vamos ter que voltar aqui outro dia.
Saindo passamos novamente pela Praça São Pedro onde a Isis fez uma foto com uma gaivota que estava pousada em uma cerca e outra foto com a marcação do seu signo incrustrada junto aos paralelepípedos da praça.
Caminhamos até o Castelo do Santo Anjo, que fica na “entrada” de Roma para quem está saído do Vaticano. Há uma lenda que existe um túnel que faz ligação da Basílica com este castelo, o filme Código Da Vinci fala sobre isso. O castelo hoje é um museu.
Durante o trajeto fui interpelado algumas vezes por italianos. O chamado Rei de Roma, Falcão, havia sido confirmado como técnico do Inter por estes dias e a minha camisa do grêmio era um chamariz para uma provocação futebolística. Imagina se eu fosse torcedor fanático...
Caminhando um pouco mais achamos um carrossel onde a Isis pode descansar, http://youtu.be/8v0I_mAIEvgcom as baterias recarregadas fomos até a Piazza delPopolo, http://youtu.be/0ScVu-9OvIconde encontramos além das belezas antigas um dublador do falecido Rei do Pop, Michael Jackson. A Isis se divertiu com as estátuas dos leões que expelem água pela boca.
Será que foi o stress de ter várias contas no Twitter para atualizar?? Foi este Papa que abençoou o Grêmio em 2011. Bah! Vou ter que ir a Roma novamente...
O Papa Bento XVI vai renunciar a seu pontificado em 28 de fevereiro.
O Vaticano confirmou a notícia e afirmou que o papado vai ficar vago até que o sucessor seja escolhido.
Em comunicado, Bento XVI, que tem 85 anos, afirmou que vai deixar a chefia da Igreja Católica Apostólica Romana devido à idade avançada, por "não ter mais forças" para exercer o cargo.
O pontífice afirmou que está "totalmente consciente" da gravidade de seu gesto.
"Por essa razão, e bem consciente da seriedade desse ato, com total liberdade declaro que renunciou ao ministério como Bispo de Roma, sucessor de São Pedro", disse Joseph Ratzinger, segundo comunicado do Vaticano.
Na véspera, Bento XVI escreveu em sua conta no Twitter: "Devemos confiar no maravilhoso poder da misericórdia de Deus. Somos todos pecadores, mas Sua graça nos transforma e renova.
Sucessor de João Paulo II, Bento XVI havia assumido o papado em 19 de abril de 2005.
O Vaticano afirmou que a renúncia vai se formalizar às 20h locais de 28 de fevereiro (17h do horário brasileiro de verão). Até lá, o Papa estará "totalmente encarregado" dos assuntos da igreja.
A chanceler da Alemanha, país natal do Papa, Angela Merkel, disse que está "emocionada" com a decisão e que vai se pronunciar mais tarde. Lembrando que o Papa já foi POP:
O Costa Favolosa é um navio de cruzeiro da classe Concordia em operação desde julho de 2011 navega para a Costa Crociere. Costa Favolosa foi construído pelo estaleiro Fincantieri - Cantieri Navali Italiani S.p.A. em Marghera, Itália.