Westgate Lakes Resort & Spa takes pride in creating the ultimate vacation setting and offers a variety of amenities and activities for all of our guests to enjoy. Westgate Lakes Resort & Spa features an 18-hole miniature golf course, seven heated outdoor pools and hot tubs, the world-class Serenity Spa and much more. Relax and enjoy our lakefront lush tropical paradise!
Witness this international cast as they perform glorious feats of incredible strength and breathtaking beauty. The French phrase “la nouba” literally translates to “the party.” And do these performers ever know how to celebrate! Acrobats, singers, trapeze artists, jugglers and clowns—more than 65 artists representing 15 countries—delight and mystify with daring acts of grace. A riot of color washes over every scene with the imaginative costumes, quixotic makeup and dynamic sets.
La Musique Magnifique As the performers weave dreams onstage, the music—symphonic, rock or some unique fusion—is always evocative, emotional and inspiring.
Ingressos da Universal é um bilhete único que dá direito aos 2 parques
e pode entrar 14 dias consecutivos a hora que quiser, custa U$ 236
Disney é diferente, são 4 parques, pode comprar de 1,2,3 ou 4 dias, e
só pode visitar um parque por dia.
Desembarcamos na ilha onde nasceu
Cristiano Ronaldo, Funchal, capital do arquipélago da Madeira, http://youtu.be/lPe6hxJBgo4 fizeram até
um estádio em homenagem a ele. Cristovão Colombo também morou nesta ilha e foi
onde ele fez o seu único filho legítimo, com a filha do governador. Há 300 anos
tradicionalmente se pesca o peixe-espada preto em Funchal.
No City
Tour, com o ônibus vermelho, ficamos sabendo destas curiosidades da cidade,
passando, obviamente pelos pontos turísticos e monumentos. O que foi muito bom
para a Isis neste programa foi que tudo estava em português de Portugal, para
ela bem mais fácil de assimilar do que o espanhol da paragem anterior.
Há aqui um passeio típico que usa algo
parecido com um carrinho de lomba, é
um percurso que começa em uma ladeira e o carrinho, que possui rodas móveis, é
guiado na descida por um habitante local que fica fora. Optamos por não fazer
este programa, um colega de cruzeiro mais tarde atestou que nossa decisão foi
acertada.
Compramos em Funchal uma espécie de
sapatilha, a sandália da Grendene que trouxemos soltou a tira (mal feita, já
tínhamos trocado outra com este o mesmo defeito). Como não teremos como carregar compras
durante toda essa viagem, precisamos levar apenas lembranças. O copinho de cada
local é uma das missões que temos.
É fácil conseguir e são grátis os mapas
das cidades, até agora eles estiveram disponíveis na saída dos portos e na
entrada do City Tour. A entrada de bebidas alcoólicas no navio é
controlada, na regra deveria ser proibida, mas na prática o que se percebe é
que pequenas quantidades, no nosso caso uma garrafa, passam sem problemas.
Vimos pessoas com uma caixa de vinho que foi recolhida para ser devolvida ao
final do cruzeiro.
Pacal está sentado, pilotando a nave para as estrelas:
K'inich J'anaab Pakal (26 de março de 603 —
31 de agosto de 683 (80 anos) também conhecido como Pacal II ou Pacal, o Grande
foi o governante do estado maia de B'aakal cuja sede era acidade de Palenque.
Pacal II é o mais conhecido dos senhores de Palenque em razão do
desenvolvimento e sofisticação que B'aakal atingiu durante o seu governo, bem
como pela suatumba, considerada um dos achados arqueológicos mais importantes
da Mesoamérica.
Pacal era filho de K'an Mo' Hix e Sak
K'uk', filha de Janaab' Pakal. Teve, com sua esposa Tz'akb'u Ajaw, três filhos
e possivelmente uma filha.
Em 1950 o arqueólogo Alberto Ruz (do Instituto Nacional de Antropologia e de História do México) encontrou neste local algumas escadarias e túneis secretos que levaram-no a descobrir além de muitos artefatos, uma esquife dentro de uma pirâmide-túmulo decorada por uma figura no mínimo curiosa: Um astronauta.
Apesar deste povo ter erguido pirâmides, levantado fantásticas cidades em pedra e construído uma cultura inigualável na América daquele período, o que realmente nos intriga é o motivo que provavelmente entre os anos 750 e 900 d.C. a civilização maia simplesmente desapareceu. Alguns falam de uma violenta e prolongada seca que forçou este povo a abandonar suas cidades de pedra em busca de esperança em outras paragens. Porém a civilização moderna, desde 1996 tenta entender que espécie de crise interna poderia ter sido tão forte a ponto de mudanças climáticas repentinas provocarem o colapso total de uma civilização tão bem estruturada. A realidade é que não se sabe como, mas a civilização Maia simplesmente desapareceu.
As pirâmides Maias só representam templos ou observatórios astronômicos, mas a encontrada em Palenque foi a primeira pirâmide-túmulo descoberta. A pedra que cobre este sarcófago (do Rei Pacal) tem um comprimento de 3,5m por 2,2m de largura, pesa aproximadamente 5 toneladas, e o esqueleto encontrado nesta cripta foi denominado o “Homem da máscara de jade”. Este esqueleto trazia uma morfologia bastante diferente do povo Maia - era muito mais alto, por isso inicialmente pensou-se que estes eram os restos mortais do deus branco Kukulkan, descrito pela civilização maia como um homem totalmente diferente deles e que veio dos mares. Segundo os Maias ele era um homem alto, branco, de longos cabelos, barba branca, olhos azuis e crânio alongado. E este “homem” foi quem ensinou a este povo sobre tempo e espaço, além da arte de construir pirâmides. Tanto é que eles construíram para ele (em homenagem ou adoração) a “Pirâmide de Kukulkan”, um zigurate de pedra de quatro lados que na verdade é um calendário, que somando-se os 91 degraus de cada lado mais a sua plataforma, o total é 365, como os dias do ano. O incrível é que os Maias ergueram a pirâmide de modo que no equinócio, o sol atinja a face norte criando a sombra de um serpente gigante. Curioso, não?
O Astronauta de Palenque ficou muito famoso após o escritor suiço Erick Von Däniken, autor do best-seller “Eram os deuses astronautas?" (1966), visitar o local da tumba, fotografar e mostrar ao público sua descoberta: um astronauta pilotando sua nave, estampando o sarcófago do Rei Pacal. Após a visão futurista de Däniken para esta gravura, foram-se expandindo as interpretações para ela.
O motivo central dessa tampa é um Maia vestido à moda de seu tempo, porém ele se encontra encerrado e assentado no que poderíamos chamar atualmente de uma cápsula espacial de propulsão a reação, sendo que suas mãos estão no comando, sua cabeça trazia capacete, tendo ela ligada a um suporte, seu nariz ligado a um tipo de inalador; na parte dianteira são visto três receptores de energia, com bobinas perfeitamente reproduzidas; a do nariz toca um papagaio (entre os maias esse pássaro simboliza o sol); outros captadores de energia podem ser vistos na parte dianteira, por três séries de três, e formados em tubos; na parte posterior, o motor se divide em quatro partes; é seguido por um grupo de torneiras prolongadas por chamas de escapamento encurvadas em volutas; sobre os lados, tomadas de ar; uma penagem posterior extremamente bem perfilada. Parece que os meios de propulsão eram de duas naturezas diferentes: uma de origem solar (simbolizada pelo papagaio (sol) tocando a antena receptora dianteira), e a outra de origem talvez terrestre (simbolizada pelos dois sinais "motores" situados às costas do piloto). FONTE: Burn - Michelle P. Castro
Esse conhecimento Maia extremamente avançado creditado ao deus Kukulkan, um ser totalmente diferente deste povo, nos deixa no mínimo curiosos a respeito da origem desse ser, não é mesmo? Na verdade chegamos a nos questionar se este povo teria realmente feito uma emigração em massa ou eles teriam sido seqüestrados por extraterrestres e levados para outro planeta. Quem sabe o tal deus branco Kukulkan no final das contas voltou como prometeu que faria e levou com ele toda a civilização Maia? Existem até aqueles que acreditam que esta gravura seja de um ser humano “do futuro” que tenha voltado no tempo e interferido na história. Quem vai saber ao certo? Talvez mais uma vez os Anunnakis fizeram contato e interferiram novamente na história da humanidade, não só com os Sumérios, mas também com os Maias. Talvez no futuro tenhamos tecnologia para trafegar entre tempo e espaço e por algum motivo vamos interferir na vida destes povos e depois sumir com eles? Isso ainda não sabemos, talvez nunca saberemos, mas a evidência de desenhos e esculturas de astronautas não só é uma constante na cultura Suméria, como também nos grandes arquitetos Maias. E falando em arquitetura, vocês já compararam o estilo de arquitetura destes dois povos? Qualquer semelhança talvez NÃO SEJA mera coincidência.