No seriado The Big Bang Theory a bandeira de Andorra recebeu destaque:
Não há ligação férrea entre a
França e Andorra, ficamos sabendo disso em Paris quando alteramos nossa última
cidade francesa para Touluse. Pelo site www.andorrabybus.com
conseguimos as informações de como proceder para fazer a viagem de ônibus, o
qual pegamos no aeroporto.
Detalhe da placa,
Principado de Andorra:
Antes de cruzarmos a fronteira tivemos
nossos passaportes verificados, foi a segunda vez que isso aconteceu, a
primeira foi no desembarque em Savona. O oficial perguntou-nos em que data
havíamos chegado à Europa, disse que o carimbo italiano estava muito fraco.
Falei da data da entrada e que no desembarque em Savona o processo era parecido
com uma linha de produção, os carimbos são colocados sem nenhuma preocupação
especial.
Fomos liberados para entrar no Principado,
mas fomos advertidos que este carimbo poderia nos trazer problemas no futuro.
Seguimos viagem até a capital La Vella, o ônibus nos entrega diretamente no
hotel, isso é de praxe no serviço.
O
Principado de Andorra é o 6º menor pais da Europa. Vídeo de Andorra: http://yoortisonbPElZPaKSo aqui eles falam o Catalão, que é uma mistura de
espanhol com francês. Saída em espanhol
é salida, em francês sortie, em catalão é sortida, genial!
Andorra
também é fornecedora de água para a Europa, nada como ter os Alpes a
disposição.
Nesta parada teremos o único hotel, desta
viagem, escolhido pelo nome: Crowne Plaza! Quando o Mike Tyson esteve no Brasil
ele se hospedou no Crowne Plaza, nem acreditei quando a agência me mandou o
valor deste hotel, que foi o nosso único cinco estrelas.
A crise deve estar braba mesmo... além de
muito barato ganhamos na chegada um upgrade,
um quarto especial para casais com filhos.
O hotel é
10, a Isis tem seu próprio quarto temático, anexo ao nosso, com TV e videogame,
um XBox360. Aqui tomamos banho de
piscina, fato inédito até aqui nas nossas viagens, antes disso somente nos
navios.
Só consigo acessar a Internet WiFi se fico perto da porta do quarto, na
recepção tem um PC disponível para os hóspedes.
No banheiro do quarto tem uma balança,
constado que desmagreci 4 kg, na foto vejo que estava com calça
jeans. Foi a primeira vez que me pesei nessa viagem.
No centro da cidade, em um
shoppingzinho, encontramos um belo relógio d´água:
E para não
acharem que estamos em um Iguatemi ai vai a foto da placa explicativa do
funcionamento do relógio, ai ao lado da Isis. A explicação está em quatro
idiomas, o curioso é a separação de Catalão e Castelhano.
çç Pracinha em Andorra: http://youtu.be/AS5IIFsfzFQ ela era
sensacional, com cinco divisões, algumas ficavam separadas por uma rua. No vídeo eu tentei mostrar as diversas áreas.
A pracinha era
próxima a Caldea um dos pontos de
referência da cidade e que vem a ser uma estrutura de aço e vidro que dentro
abriga piscinas térmicas, algo como um oásis quente perto da neve eterna das
montanhas.
No McDonalds tem cerveja e Internet!
Aqui compramos uma mochila e um boné para a
Isis e o netbook para mim. Andorra é
um paraíso europeu para compras, vimos aqui muitas coisas bonitas e baratas que
não teríamos como carregar durante o resto da viagem. Um item muito especial
era uma pipoqueira elétrica que imitava um antigo carrinho de pipocas.
Aqui também conversamos com os parentes...
O Martinez nos contou da crise, dos seus
filhos que estão espalhados por outros países e do seu momento vida louca, indo
para o Brasil e ficando encantado com a mulherada.
Encontramos, na rua, esta escultura atribuida
a Salvador Dali:
Antoine-Jean-Baptiste-Marie-Roger
Foscolombe de Saint-Exupéry (Lyon, 29 de junho de 1900 - Mar Mediterrâneo, 31
de julho de 1944) foi um escritor, ilustrador e piloto, terceiro filho do conde
Jean Saint-Exupéry e da condessa Marie Foscolombe.
Lyon é a 2ª
maior cidade da França. Tem aqui uma torre eiffelzinha.
Fizemos o citytour, depois procuramos bastante o
centro de informações turísticas, havia placas indicando (só que não).
Perguntei para a atendente o que havia na cidade em homenagem ao Saint Exupéry,
ela respondeu algo como: Quase nada, tem
uma estátua aqui perto, vocês não viram? A cidade é fria, em muitos
sentidos.
Realmente
havíamos passado bem perto da tal estátua, que fica escondida em meio de umas
árvores e bem perto de um dos pontos de parada do ônibus do citytour.
A catedral da cidade, em
homenagem a São João, quando da sua construção foi apelidada de “elefante
invertido” por ela ter quatro torres e ser toda branca. Ao lado foi construída
uma torre (muito parecida com a Eiffel) antes de 1900, fizeram ela ficar mais
alta do que a catedral para representar que a ciência era maior que a religião.
Em Lyon tivemos um embate com um
francês, até aqui somente os parisienses eram arrogantes. O fulano passou uns dois minutos
corrigindo nossa pronúncia de framboesa, o doce que está na foto.
Hippolyte Léon Denizard Rivail (nascido em Lyon, em 3
de outubro de 1804 — falecido em Paris, em 31 de março de 1869) foi educador,
escritor e tradutor francês. Sob o pseudônimo de Allan Kardec, notabilizou-se
como o codificador do espiritismo (neologismo por ele criado), também
denominado de Doutrina Espírita.
O pseudônimo "Allan Kardec",
segundo biografias, foi adotado pelo professor Rivail a fim de diferenciar a
Codificação Espírita dos seus trabalhos pedagógicos anteriores.
San Marino é um daqueles micro países que existem na Europa, nossos
objetivo aqui são práticos e contábeis adicionamos mais um País ao nosso
histórico de viagem e estamos mais próximos de Veneza.
Na
verdade originalmente iriamos dormir em Bologna, na Itália mesmo cancelamos
esta hospedagem e pegamos uma noite a mais em Veneza. Ficar uma só noite não
compensa, já erramos isso em Parma e Assis. Tratei tudo via e-mail com a
agência no Brasil, deu tudo certo.
De Foligno a San Marino, http://youtu.be/8526guhrnuI viemos batendo
papo com o Glauco, falando as verdades sobre os políticos brasileiros e
italianos, aqui também as leis são facultativas.
Paramos no meio do caminho para tomar um café, pouco depois fotografei esta
placa:
Com isso criamos nossas primeiras
expectativas positivas em relação à gastronomia da cidade-país.
Mais tarde confirmamos esta expectativa e
não houve decepção.
O Glauco fez o caminho interno, fugindo
dos pedágios, ele reclamou muito do seu GPS (e era um Tomtom). Ganhamos
bastante tempo vindo com ele e certamente nos preocupamos bem menos.
Nosso hotel, o Joli www.hoteljoli.sm, fica bem localizado, bem
próximo ao centro histórico. A decoração também é bem legal e nosso quarto tem
sacada com vista da cidade. Aqui a diária foi de 95 euros, deveríamos ter
ficado mais tempo e aproveitado mais.
San Marino é o mais antigo Estado soberano
e república constitucional do mundo, tendo sido fundada em 3 de setembro de 301
por Marinus de Rab. A Constituição de
San Marino, promulgada em 1600, é a mais velha constituição do mundo ainda em
exercício. foi aqui que faleceu o Airton Senna, só me dei conta disso quando
vi, andando pelo centro histórico, em primeiro plano, este DVD a venda.
Não fomos ver o autódromo, não estava nos
planos. Seguimos caminhando e admirando
o centro histórico.
Procuramos e encontramos um lugar para o
almoço, a Isis matou sua saudade de ovos fritos. A última que havia comido foi
no navio e no café da manhã. Satisfação total, só faltou conseguir um guaraná!
Depois do almoço seguimos nosso passeio,
em San Marino. Achamos algumas atrações bizarras como o Museu da Tortura (ou
algo parecido) e o Museu do Vampiro. Passamos na frente de um museu de cera
também.
Muita escadaria, muitas construções
parecidas com castelos, várias lojinhas, estátuas e belas vistas. O dia estava
muito bonito e ajudou.
A Isis fez fotos com o Pinóquio e com o
Papai Noel.
Minha
esposa estava um pouco indisposta então a deixamos no hotel e eu e a Isis
seguimos no passeio, ela ganhou um picolé (aparece no vídeo), no meio de uma
escadaria esbarramos com um pastor alemão grande e solto. O dono dele nos
informou que ele seria manso e que só está interessado no picolé, foram alguns
minutos de hesitação antes de prosseguirmos naquele trajeto.
Depois fomos a uma pracinha, próxima ao
hotel, que era pequena e tinha os brinquedos clássicos, balanços e
escorregador. Logo apareceu outro pai com outra criança, eu estava sentado em
um banco e a Isis se divertindo.
Foi um momento de choque de realidade.
Ele deixou sua carteira e celular no banco
onde eu estava sentado e foi brincar com o filho. Choque brutal da realidade
que vivemos no Brasil e dos hábitos europeus.
Voltando um pouco no tempo, nas primeiras
viagens de trem eu não podia conceber não ficar olhando as malas a cada 10
minutos. Depois da quarta viagem já havia relaxado e conseguia largar as malas
e só tornar a ve-las na hora da descida.
Nada nem parecido com esta experiência em San Marino, afinal carteira e
celular são os itens preferidos da bandidagem brasileira.
Ahhhh... quase esqueço, tomei uma cerveja
DUFF (em latinha de 350ml igual a dos Simpsons)!
Já tínhamos visto e
fotografado ela em outra cidade, mas no centro histórico ela está por todos os
lugares. Bem boa!
Jantamos em um restaurante próximo ao
hotel onde uma das atendentes era brasileira, conseguimos comer algo parecido com
o nosso churrasquinho a Isis gostou
muito e era realmente muito bom.
Saímos do hotel no dia seguinte as 10:20,
pegamos um ônibus internacional para a estação de Rimini na Itália (o motorista
era o cover do George Clooney) onde
compramos a passagem para Veneza.
Em Madrid, 2011, acamparam por semanas na principal praça para protestar e reivindicar:
SIMPLIFICA BRASIL: Menos é mais
- Menos leis e mais coerência
- Menos impostos e mais simplicidade
- Menos ministérios e mais eficácia
- Menos sonegação e mais envolvimento
- Menos destruição e mais educação
"O risco de um movimento contra tudo e contra todos é esse. A falta de propostas sobre o que deve ser construído no lugar do que se quer derrubar pode esvaziar as manifestações ou torná-la apenas um jeito violento de desopilar nossas frustrações -- o que seria o pior caminho a seguir. Ninguém sabe muito bem como transformar a mobilização em ações práticas -- e este post não tem a pretensão de ir além de um simples início de conversa.
Isso torna o movimento brasileiro mais parecido com o espanhol, que reclamava da incapacidade do governo em lidar com a crise e o desemprego, e o norte-americano, cujo lema era que os 99% da população não estariam representados pelo 1% que comandava (comanda) o país em benefício próprio."
O Beto Carrero de Penha/SC não perde para a Euro Disney!
Eu e minha esposa visitamos pela
primeira vez o parque Beto Carreiro World
participando de uma excursão organizada por um colega meu de faculdade. O
ônibus nos levou até o hotel em Balneário Camboriú, no dia seguinte fomos ao
parque e no outro dia retornamos ao Rio Grande do Sul. O personagem que dá nome
ao parque ainda era vivo e nos brindou com sua presença na ocasião.
Desta vez fomos de carro levando a Isis já
com 5 anos. Para diminuir os longos e
chatos trechos rodoviários fomos primeiro ao litoral, passamos a noite e
partimos para Penha/SC. Tivemos algumas paradas para atender aos enjoos da nossa pequena passageira e
para limpar o carro por não ter parado antes.
Fomos fora do período de férias escolares
o que possibilitou aproveitar o parque com poucas filas. O ponto alto foi
quando ela participou do show África
Selvagem, onde é solicitada que crianças pequenas venham até o picadeiro,
tudo é muito engraçado, não vou contar para não estragar a surpresa, quem tiver
filhos com esta idade precisa ir ver e, se possível, incentivar a participação
dos filhos.
Nos hospedamos no Hotel do Beto Carreiro, o Vila Olaria, na verdade este hotel fica
atrás da entrada do parque e não ofereceu nenhum benefício que valesse a pena.
Novamente questão de expectativa. O ponto negativo é a cidade de Penha, que não
tem nada, tivemos que ir para Itajaí para encontrar um shopping e passar o
tempo destas férias de 3 dias.
Voltamos no ano seguinte, desta vez voando
com a Azul que recebeu da nossa
família o título de Melhor opção para criança. Monitor individual com desenhos
animados, refrigerante, suco e salgadinhos montam um cenário perfeito para uma
viagem tranquila. Compramos um pacote da Azul
Viagens que contemplava os voos, a hospedagem e os transfers.
Fomos na mesma época do ano, um pouco
depois do reinicio do ano letivo, pegamos mais filas desta vez, nada que
comprometesse o passeio. Estivemos em um dia especial no qual o parque fechou
mais tarde, pois havia um show especial em homenagem ao recém falecido Michael Jackson, muito bem elaborado e
executado.
Nos demais dias do pacote aproveitamos a
cidade de Balneário Camboriú, cidade litorânea, também aluguei um carro e
passamos um dia em Blumenau cidade de tradição alemã e sede da Oktoberfest no Brasil. Passamos uma
semana tempo mais que suficiente para aproveitar e desfrutar da região.
O procedimento de compra de
passagem foi um pouco diferente em Rimini. O bilhete é vendido com prazo de
validade, ou seja, você compra a passagem e usa quando precisar, dentro da
validade. No nosso caso compramos e antes de entrar no trem registramos a viagem
em uma máquina.
Além disso não haviam lugares marcados.
Vai da sorte do cidadão. Como estava vazio, não tivemos problemas.
Viajamos em um trem de dois andares e sentados
no segundo andar (lógico, a Isis não admitiria outra possiblidade), em Bologna
precisaremos trocar de trem e daí vamos direto a Veneza, nosso hotel é para
ficar a 700 metros da estação "mestre".
Serão 2 dias em Veneza para depois
pegarmos um navio que nos levará para a Croácia e a Grécia (como será a Internet
deste navio???) e nos trará de volta. São 14:46, dentro no segundo trem a
caminho de Veneza, conheci o banheiro... esquisito mas melhor do que os de
avião.
O trem anterior era bem mais legal que
esse, o pobrezinho só tem um andar.
Está bem quente hoje em Veneza, digo em
Mestre. Pegamos um taxi para ir da estação ao hotel, foi uma sábia decisão. Os
700 metros italianos são muito maiores do que no Brasil. Acho que o hotel fica,
na verdade, a uns dois quilômetros de distância.
Nos instalamos no Hotel Centrale (www.hotelcentralevenice.com) é um 3 estrelas de 53,34
euros a diária. O quarto é pequeno e sem o charme de San
Marino.
Na recepção consegui as informações de
como chegar em Veneza, ao lado do hotel tem uma lotérica que vende o cartão
magnético do ônibus, do outro lado da rua está a parada.
Pega-se o ônibus, passa o cartão magnético
para descarregar os créditos correspondente a viagem, não há
cobrador.
Depois de uma viagem rápida, de uns 15
minutos, desembarcamos em Veneza, na Piazza Roma. Logo ao lado já avistamos
os canais, gôndolas, jardins e uma pracinha.
Nos embrenhamos pelos caminhos estreitos e
confusos da cidade que é formada por
ilhotas. As tradicionais máscaras de
carnaval estão por todos os lados.
A cidade é um
labirinto!
As aventuras deste primeiro dia estão em:
Como é habitual no hotel pegamos um mapa
turístico, só que em Veneza há uma grande dificuldade em nos localizar. Como
tudo é estreito raramente se tem a visão de pontos de referência, também não
existem muitas placas ou qualquer tipo de sinalização.
Nosso momento de conquista neste primeiro
dia foi chegar até a igreja de Santa
Maria Campo dei Frari, uma das maiores de Veneza. Quase no fim da tarde
conseguimos conhecer um dos pontos que constavam no nosso mapa, o que facilitará
nossa movimentação nos dias seguintes.
Primeiro dia com sol aberto, fizemos boas
fotos. A dica aqui é meio óbvia, Mestre não é Veneza, são cidades vizinhas. A
vantagem de ficar aqui é que o taxi te entrega, com as malas, na frente do
hotel, em Veneza não há esta possibilidade física, com rara
excessões.
Chegamos às
20:35 de volta ao hotel depois da primeira volta exploratória. A Internet aqui é
paga (0,10 euros/minuto), no caminho de volta vi duas LanHouses nas redondezas que vou
usar.
Jantamos no restaurante que fica bem
próximo ao hotel. Tivemos que sair com agasalhos, nada muito pesado, mas a
temperatura baixou bastante.
No dia seguinte conhecemos o café da manhã
do hotel, bem bom só um pouco confuso, tinha muita gente no horário que
descemos.
Recarreguei os cartões magnéticos, pegamos
o ônibus e fomos para Veneza. Fomos direto para a pracinha que vimos no primeiro
dia e onde não ficamos muito tempo.
A pracinha é toda cercada e o piso é de um
material macio, para prevenir acidentes com os pequenos.
Em cada um dos lados há uma flor com um cano ligando uma na outra,
com isso uma criança grita de um lado e é escutada no outro. A Isis
adorou.
Cumprida a missão pracinha, seguimos nosso
passeio pela cidade, já mais desenvoltos.
Avistamos um enorme relógio, ao nos
aproximar vimos que se tratava da Igreja San Giacomo Apostolo, construída no
século XII, segundo a placa que está afixada nela.
Com mais um pouco de caminhada chegamos a
Piazza San Marco, centro das
principais atrações de Veneza. O lugar é incrível, é praticamente o único lugar
grande e aberto em Veneza, contrastando com as ruas estreitas do labirinto.
A foto acima mostra a Basílica de San
Marco. Ao lado direito fica o palácio do Doge (Palazzo
Ducale), a ponte dos suspiros e a torre do campanário. A esquerda tem a torre do
relógio e uma praça com estátuas de leõeszinhos, onde a Isis brincou um
pouco, a frente fica o museu arqueológico e o canal com os
barcos.
Paramos em uma fila para visitar a
Basílica, não é preciso comprar ingresso. Assistimos, na fila, o bater do sino
da torre do relógio.
Como privatizaram a ponte dos suspiros as
fotos não ficaram legais... explicando:
A história que contam é que os condenados a morte passavam por esta ponte
entre a prisão e o local da execução, daí davam um longo suspiro. Uma empresa
comprou o direito de colocar suas propagandas, aparentemente, por toda a ponte e
adjacências, ficou muito feio.
Vimos a ponte por fora e por dentro,
entrando no Palácio do Doge chega-se a uma pequena janela que há na ponte.
Investimos 30 euros em bilhetes 4x1 para família, chamado Musei Di Piazza San Marco que concede
acesso ao Palazzo Ducale (nosso
objetivo), Museo Correr, Museo Archeologico e a Monumental Biblioteca Marciana.
Na
bilheteria tem que investir um tempo estudando qual a melhor opção, só vamos
entrar no Palácio do Doge, mas o bilhete 4x1 era o mais barato no nosso caso.
Com mais tempo é possível se aproveitar melhor este bilhete familiar, ele vale
por 3 meses, ou seja, ficando vários dias na cidade seria viável ver e rever
todas as atrações. Fica a dica!
Dentro do palácio existem várias salas
decoradas, exposição de armamentos e itens variados. De curioso vimos, em uma
parede, uma cabeça de mármore cuja boca servia para entregar cartas anônimas com
denúncias para os governantes. Conta-se que era algo parecido com a inquisição,
que os denunciados eram perseguidos pelos poderosos.
Lembrando que o Doge era a figura política
mais importante de Veneza, durante mais de uma centena de anos. Este vídeo
mostra a pracinha, a praça de San Marco e o Palácio do Doge:http://youtu.be/Im7Dpfejqk4
Vencido mais este objetivo saímos para
caminhar pela cidade. Vi na vitrine de uma loja uma caixa com balinhas feitas de
cristal Murano (não fomos até a ilha de Murano, fica para uma próxima visita).
Achei que seria uma bela lembrança de viagem considerando que a Isis ganhou
muita bala e de muitas pessoas na sua vidinha infantil. Outro aspecto positivo
era o pequeno tamanho e peso, ainda teríamos que carregar tudo que eventualmente
comprássemos por mais 45 dias.
Dei a missão para a minha esposa, ela e a
Isis entraram na loja. Eu entrei na casa de câmbio que ficava em frente à loja.
Não havia feito câmbio e queria ter a experiência para comparar os custos das
transações.
No meu caso foi péssimo negócio.
A melhor opção é sacar euros da conta
corrente brasileira usando cartão de débito, em segundo lugar usar o cartão de
crédito e em último lugar trocar moeda em casa de câmbio. Além do spread eles cobram uma taxa fixa pela
transação, só iria compensar se o volume fosse grande.
Minha esposa teve mais sorte e conseguiu
comprar as balinhas. Aproveitou e comprou mais umas
coisinhas...
Nada mais de relevante aconteceu neste
dia, voltamos ao hotel para começar a fechar as malas e embalar bem os frágeis
itens adquiridos em Veneza para que consigam nos acompanhar até ao retorno ao
Brasil.
No outro dia, depois do café da manhã, eu
e a Isis fomos passear pelas redondezas do hotel. Minha esposa voltou ao quarto
para enfrentar as malas.
Em frente ao hotel há uma praça em
homenagem ao doador de sangue, fora o nome não tem nada de interessante.
Caminhando um pouco mais achamos um belo calçadão, bem movimentado era uma bela
e ensolarada manhã, com alguns vendedores ambulantes (a Isis gostou de um que
vendia marionetes).
Nosso passeio durou pouco menos de uma
hora e voltamos ao hotel.